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Economia dos EUA tem o desempenho pior do que o previsto no segundo trimestre

A economia dos Estados Unidos cresceu 1,6% no segundo trimestre deste ano, mostrando que a geração de riquezas do país ficou abaixo do previsto anteriormente para os meses de abril a junho. O Departamento do Comércio divulgou os novos resultados nesta sexta-feira (27). No final do mês passado, o governo americano havia divulgado que o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas por um país) tinha crescido 2,4% no período, puxado pela retomada das importações e da indústria. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, o novo resultado representa uma forte desaceleração da atividade econômica e mostra que o país ainda não se recuperou da crise. Entre janeiro e março, a geração de riquezas havia avançado 3,7%. As importações foram maiores do que o avaliado anteriormente. O crescimento na compra de produtos estrangeiros, ou seja, nas importações, foi o responsável pelo resultado. Quanto mais produtos o país compra do exterior, menor é o desempenho da sua economia. A revisão dos dados econômicos surge após uma semana com notícias bastante negativas para a economia americana: as vendas de casas usadas no país caíram, em julho, para o pior nível da década; os negócios de imóveis novos, por sua vez, fecharam o mês nos menores níveis desde 1963; os pedidos à indústria caíram, o que indica que o setor produtivo também patina. No segundo trimestre, o governo estimou que as empresas haviam aumentado seus estoques para diminuir as importações. Mas não foi o que aconteceu. A estimativa anterior dava conta de que os estoques haviam ficado nos US$ 75,7 bilhões, mas o dado real é um estoque de US$ 63,2 bilhões. As importações, por sua vez, cresceram 32,4% no período (o dado anterior era um aumento de 28,8%), em comparação com um avanço de 9,1% nas exportações. Desemprego Tudo isso ajudou a colocar mais incerteza no mercado, principalmente sobre a questão do desemprego. O Departamento do Trabalho informou no começo deste mês que o país fechou 131 mil postos de trabalho em julho, enquanto o desemprego bateu na casa dos 9,5%. O governo americano precisa estimular o mercado interno, uma vez que os principais consumidores dos produtos “made in USA” - Europa e Japão - estão em meio a crises e gastando menos. Com o fantasma do desemprego rondando, no entanto, os americanos preferem frequentar o caixa do banco para engordar suas poupanças, ao invés do caixa da loja para comprar iPads.

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A base da cafeína

Postado por Ricardo | Postado em 29/07/2010

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A base da cafeína

Ela é uma droga poderosa e socialmente aceita, além de ser saborosa; será que a Cafeína é mesmo inofensiva? Possui a propriedade de manter uma pessoa ligada por mais de três horas, sem grandes riscos e sem efeito colateral: mito ou verdade?

A cafeína é um composto químico, conhecido cientificamente por trimetilxantina de fórmula C8H10N4O2, é o principal componente do nosso famoso café. Segundo estudos, essa bebida estimula o sistema nervoso e causa efeitos como: aumento da concentração, atenção e memória.

Os efeitos da cafeína no organismo variam de pessoa para pessoa. Alguns fatores influem no resultado como a idade, o peso e a capacidade do fígado de digerir esta substância. Em média, uma xícara de café já é suficiente para deixar um adulto alerta de 3 a 6 horas.

A explicação fisiológica para este contexto provém do neurotransmissor Adenosina, esta substância produzida no cérebro é a responsável pela sensação de sono, é ela que prepara nosso corpo para o descanso ao final do dia. O que a cafeína faz é impedir a ação da Adenosina e em conseqüência disso aparecem os sintomas de alerta e perda de sono. Resumindo: no cérebro a cafeína é confundida com a Adenosina. A cafeína então ocupa o lugar da Adenosina e reverte todo o processo.

Já que a reação corre no cérebro, a cafeína pode então causar dependência? Ela age como uma droga, apesar de ser leve, mas estudos já comprovaram que pessoas que ingerem café regularmente ficam ansiosos, irritados ou com dor de cabeça se não tomarem sua dose diária. Mas é bom não exagerar na bebida, uma quantidade superior a 500 miligramas de cafeína (o equivalente a 3 xícaras de café expresso forte) podem levar a um processo de intoxicação.

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