Postado por Ricardo | Postado em 19/08/2010
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Por volta do século XIV e XV a Europa passava por transformações econômicas
e sociais: o crescimento do capitalismo, das cidades.
Após o declínio do feudalismo, a burguesia encontrava no Estado monárquico
a garantia de unificação e centralização representada na figura do rei.
O comércio inicia sua expansão e as mercadorias passam a ser transportadas
e, dessa forma, os grupos mercantis são formados ao longo do continente
europeu. A expansão marítima é intensificada e as disputas pelo comércio
marítimo também.
Novas rotas mercantis são criadas a fim de suprir as demandas do mercado
(...)
Postado por Ricardo | Postado em 11/08/2010
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Para compreendermos a origem do Código Braille, devemos nos reportar à vida
de um brilhante jovem francês nascido no início do século XIX. Louis
Braille vivia em Coupvray, um pequeno distrito localizado à cerca de 45
quilômetros da cidade de Paris. Quando tinha apenas três anos de idade,
Louis sofreu um grave acidente quando manejava uma das ferramentas da
oficina de seu pai. Por fim, o jovem Braille acabou perdendo a visão dos
dois olhos.
Apesar da infeliz limitação, os pais de Braille decidiram mandá-lo para
escola junto das outras crianças. Incapaz de enxergar e escrever, Braille d
(...)
Postado por Ricardo | Postado em 10/08/2010
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Antônio de Castro Alves nasceu em 14 de março de 1847 na fazenda
Cabaceiras, interior da Bahia. Concluídos os estudos secundários no Ginásio
Baiano, onde começou a escrever seus primeiros versos, ingressou-se, em
1.862, na Faculdade de Direito do Recife, onde despertou tamanha
notoriedade por seu dom poético.
Sua obra compreende: Espumas Flutuantes, A revolução de Minas (teatro), A
cachoeira de Paulo Afonso, Os Escravos.
Esse mártir da Literatura pertenceu à chamada Terceira Geração do
Romantismo. Sua obra poética subdivide-se em duas vertentes: a
lírico-amorosa, na qual ele ainda (...)
Postado por Ricardo | Postado em 10/08/2010
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Luís Nicolau Fagundes Varela nasceu em Rio Claro (RJ) em 18 de agosto de
1841. Era filho de um casal bem estabelecido, o pai era juiz da vila S.
João Marcos, hoje pertencente ao distrito de onde nasceu o autor. Após
alguns anos, morou em Catalão, pois seu pai fora transferido àquela cidade,
em 1851. Foi nesta época que Fagundes Varela conheceu o autor Bernardo
Guimarães, o qual era juiz deste município do interior de Goiás.
Após esse fato, retornou à terra natal, onde morou em Angra dos Reis e
Petrópolis, a fim de terminar os estudos primário e secundário.
Em 1959, mudou-se para Sã (...)
Postado por Ricardo | Postado em 05/08/2010
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erta vez uma vestibulanda desesperada com seu fraco desempenho nas
redações me disse que não sabia mais o que fazer, pois havia chegado à
conclusão que não tinha o “dom de escrever”. Tentando dissuadi-la desta
idéia um tanto comodista da falta de dom, perguntei qual teria sido o
último livro que ela havia lido por prazer. Pausa. Na verdade, uma longa
pausa antes que a garota dissesse um “sei lá” como quem se envergonha de
ter lido apenas um ou dois livros durante toda a vida.
Então lembrei a ela aquela velha história do homem que pedia a seu santo de
devoção uma forcinha para ganhar (...)
Postado por Ricardo | Postado em 20/07/2010
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Macunaíma e a renovação da linguagem literária. Publicado em 1928, numa
tiragem de apenas oitocentos exemplares (Mário de Andrade não conseguira
editor), Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, é uma das obras pilares da
cultura brasileira.
Numa narrativa fantástica e picaresca, ou, melhor dizendo, “malandra”,
herdeira direta das Memórias de um Sargento de Milícias (1852) de Manuel
Antônio de Almeida, Mário de Andrade reelabora literariamente temas de
mitologia indígena e visões folclóricas da Amazônia e do resto do país,
fundando uma nova linguagem literária, saborosamente brasileira.
(...)
Postado por Ricardo | Postado em 08/07/2010
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Manuel Antônio Alvares de Azevedo nasceu em 12 de setembro de 1831 na
cidade de São Paulo, de pai fluminense, estudante de Direito, e mãe goiana
ambos de gente importante. Bacharelou-se em Letras no Colégio Pedro II em
fins de 1847.
De 1844 a 1845 passou seis meses e fez alguns preparatórios em São Paulo,
para onde foi morar no começo de 1848. Matriculou-se na Faculdade de
Direito.
Mas nas férias de 1851-2 adoeceu no Rio, onde as passava sempre e depois de
dolorosa operação para extrair um tumor na fossa ilíaca, morreu quando a
cursava o 5° ano, no dia 25 de abril de 1852. Tinha vinte (...)
Postado por Ricardo | Postado em 14/05/2010
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O americano Benjamin Moser e o brasileiro Hermano Vianna são os mais novos
nomes do time de 17 autores já confirmados para a Festa Literária
Internacional de Paraty (Flip), que acontece de 04 a 08/08, na cidade do
sul fluminense.
Tradutor, escritor e historiador, Benjamin Moser é mais conhecido no Brasil
pela primeira biografia em inglês de Clarice Lispector, a recém-publicada
Clarice (Cosac & Naify). Com conhecimento em 10 línguas, o autor se
apaixonou pela escritora ao estudar literatura brasileira.
O livro foi nomeado ao prêmio National Books Critics Circle Award.
Moser é a (...)
Postado por Ricardo | Postado em 14/05/2010
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O macho está perdido - no mato sem cachorro ou GPS - diante da modernidade
da fêmea? Motivo de conferências, fóruns, jornadas psicanalíticas, seriados
e muita filosofia de botequim, a pergunta que não quer calar é o tema do
novo livro do cronista Xico Sá, colunista da BR Press: Cha-ba-da-ba-dá
(Ed.Record,R$ 37,90, 184 páginas), que chega nesta sexta (14/05) às
livrarias.
"Sim, eis um reclame explícito da obra - não sou Paulo Coelho mas
também sou filho de Deus", brinca Xico. O título é uma referência à
trilha sonora do filme Um Homem, Uma Mulher, do francês Claude Lelouch.
(...)
Postado por Ricardo | Postado em 06/03/2010
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Quem fala no poema é um homem, que se dirige a uma mulher da nobreza,
geralmente casada, o amor se torna tema central do texto poético. Esse amor
se torna impraticável pela situação da mulher. Segundo o homem, sua amada
seria a perfeição e incomparável a nenhuma outra. O homem sofre
interiormente, coloca-se em posição de servo da mulher amada. Ele cultiva
esse amor em segredo, sem revelar o nome da dama, já que o homem é proibido
de falar diretamente sobre seus sentimentos por ela (de acordo com as
regras do amor cortês), que nem sabe dos sentimentos amorosos do trovador.
Nesse tipo de c (...)
Postado por Ricardo | Postado em 24/02/2010
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A FORMAÇÃO DE PORTUGAL E A ORIGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA
Derivou-se o nosso idioma, como língua romântica, do Latim vulgar.
É bastante difícil conhecer a língua dos povos habitantes na península
Ibérica antes dos Romanos dela se apossarem.
Os Romanos ocuparam a Península Ibérica no séc. III antes de nossa Era.
Contudo, ela só é incorporada ao Império no ano 197 antes de Cristo. Tal
fato não foi pacifico. Houve rebeliões contra o jugo Romano.
O Latim, língua dos conquistadores, foi paulatinamente suplantado a dos
povos pré-latinos. “Os turdetanos, e mormente os ribeirinhos do Bé (...)
Postado por Ricardo | Postado em 17/11/2007
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Poesia Palaciana
- Recolhida no Cancineiro Geral de Garcia de Resende
- Delicadeza lírica
- Destaque: trovas de Inês Pereira
- Poesia religiosa, épica e lírica
- Lírica: Amor e sofrimen
Postado por Ricardo | Postado em 17/11/2007
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Humanismo
1434
Momento histórico: crise no sistema feudal
Teocentrismo diminui
Início: nomeação de Fernão Lopes guarda mor da Torre do Tombo
Dinastia de Avis até
Postado por Ricardo | Postado em 17/11/2007
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Pós-Modernismo
Etiqueta polemica que se apõe a vária da produção literária contemporânea,
vulgarizada pelas controvérsias filosóficas (Lyotard/Habermas), mas do
Ponto de vista literário seriamente
Postado por Ricardo | Postado em 17/11/2007
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Trovadorismo
Designa-se por Trovadorismo o Período que engloba a produção literária de
Portugal durante seus primeiros séculos de existência (séc. XII ao XV). No
âmbito da poesia, a tônica são mesm
Postado por Ricardo | Postado em 17/11/2007
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Parnasianismo
"O Parnasianismo foi vítima da inteligência que construiu a prisão onde
quis encarcerar o poeta."
--Rubens B. Morais
Originariamente da França, é a poesia que segue os
Postado por Ricardo | Postado em 17/11/2007
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Romantismo - Poesia
Pós-Modernismo“Metamos o martelo nas teorias, nas poéticas e nos
sistemas. Abaixo este velho reboco que mascara a fachada da arte!”
--Victor Hugo
Na Europa, a